APOGLBT esclarece rumores sobre a presença de Lady Gaga na 14ª Parada de SP

18/03/2010

APOGLBT não recebeu comunicado de Lady Gaga.

No dia 27 de fevereiro, o jornalista Ancelmo Gois, colunista do jornal O Globo, publicou em seu blog que a cantora norte-americana Lady Gaga deverá vir ao Brasil em junho para participar da 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que ocorre no dia 06 do mesmo mês.

A informação foi reproduzida por diversos veículos de comunicação, gerando uma especulação sobre a presença da cantora a convite da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), responsável pela organização e promoção da manifestação. Falou-se ainda que a data da realização da Parada coincidia com a suposta passagem da turnê mundial de Lady Gaga no país, aumentando os rumores de sua participação na marcha.

Diante do fato, a diretoria da APOGLBT vem esclarecer que não contatou nem foi acionada por representantes da cantora, sequer emitiu convite oficial à Lady Gaga e, até o momento, não possui qualquer conhecimento sobre sua possível intenção de visitar o país.

Obviamente, seria com extrema gratidão que movimento LGBT de São Paulo receberia o apoio de uma personalidade internacional que é admirada por grande parte desta população e já expressou publicamente diversas vezes empatia pela luta dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Porém, a Parada do Orgulho LGBT é aberta a todo e qualquer cidadão, brasileiro ou não, que queira manifestar-se a favor da causa. Assim sendo, qualquer artista pode fazê-lo, independentemente de formalização de convite por parte dos organizadores.

O objetivo do esclarecimento é para que tais veiculações não prejudiquem as negociações da APOGLBT com demais artistas e/ou grupos artísticos cotados para participar da programação do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, a iniciar em 03 de junho de 2010.

Alexandre Santos
Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo

Manoel Zanini
Coordenador geral do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo


APOGLBT ganha assistência jurídica de Lessi Advogados

26/02/2010

Parceria visa expandir o atendimento para a população LGBT.

A APOGLBT, com intuito de defender e combater a discriminação e os preconceitos enfrentados por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, fechou parceria inédita com o escritório Lessi e Advogados Associados. O acordo visa atender mensalmente de forma gratuita os associados da APOGLBT e demais pessoas que procuram pelos serviços da entidade. A iniciativa partiu do presidente do escritório, Dr. Pedro Lessi, que representa vários casos de discriminação por orientação sexual.

O Dr. Lessi explica que a “parceria representa para a sociedade que o respeito à orientação sexual é um direito fundamental e uma garantia individual do ser humano”. A partir de agora, desde questões contratuais menores, como desrespeito ao uso da logomarca da APOGLBT, até questões de repercussão nacional, como ofensas públicas à população LGBT, poderão ser objeto de representação jurídica.

Para o presidente da APOGLBT, Alexandre Santos, o Xande, “esta parceria abre a possibilidade dos LGBT terem acesso à Justiça, pois o escritório vai atender a todas as ações que a Associação precisa a favor dessa comunidade”, e ressalta a importância do público LGBT poder reagir às ofensas diárias de apresentadores de TV, programas humorísticos de mau gosto ou religiosos que abrem campanhas de ataques ou ridicularizam nos meios de comunicação.

Já o tesoureiro da entidade, Manoel Zanini, reflete que por falta de ação nessa área o movimento LGBT e a Associação perdem oportunidades jurídicas importantes. “Com essa parceria os militantes e parceiros saberão que terão segurança para enfrentar qualquer espécie de discriminação perante a sociedade e os órgãos públicos”, conclui.

Dr. Lessi avalia ainda que a iniciativa é muito mais que uma parceria é criar jurisprudência (um conjunto das decisões legais) no segmento LGBT. “Hoje a população LGBT tem bastante visibilidade, mas poucas conquistas efetivas de direitos. Essa é uma oportunidade de mudar a história”, conclui o advogado.

Para mais informações sobre como obter assistência ou orientação jurídica em casos de homofobia ou negligência aos direitos constitucionais e civis, contate a APOGLBT pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br ou pelo telefone (11) 3362-8266.


APOGLBT completa 11 anos de ativismo

05/02/2010

Associação depende de doações para a ampliação dos trabalhos

Doação em moedas acumuladas durante um ano visa incentivar ações semelhantes

Neste mês de fevereiro, a APOGLBT completa 11 anos de existência. A entidade, que inicialmente foi criada para organizar a maior manifestação de cunho sócio-politico-cultural da história do Brasil, atualmente acumula projetos e serviços gratuitos prestados à comunidade a fim de reduzir a vulnerabilidade da população LGBT em relação à discriminação, à violência homofóbica, às DST/Aids, à negação de direitos constitucionais e afetivos e à falta de informação. Por se tratar de uma organização não-governamental sem fins lucrativos, a APOGLBT necessita da cooperação do governo, de empresas privadas e da sociedade civil para prosseguir com seus trabalhos.

Num gesto simbólico, o coordenador geral do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, Manoel Zanini, presenteou a Associação em seu aniversário com uma doação de R$ 378,04 (trezentos e setenta e oito reais e quatro centavos) em moedas acumuladas durante um ano. “Juntando pequenos valores dia-a-dia, pode significar, por exemplo, cinco ou seis banners de campanha a mais na Avenida Paulista, durante a Parada” diz Zanini, que com o ato pretende incentivar a participação da comunidade nos projetos da APOGLBT.

A Associação não possui nenhuma forma de arrecadação de verba que não seja através de doação, pois todas as atividades e serviços que presta são gratuitos. Além de quantias em espécie, qualquer pessoa pode doar materiais para escritórios, móveis e aparelhos eletrônicos usados, livros e DVDs. Outra forma de colaborar com o trabalho da APOGLBT é tornado-se voluntario para a organização do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

A serviço da população LGBT

O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é um símbolo de como o trabalho da APOGLBT vem se multiplicado. O conjunto anual de atividades, que tem como ápice a Parada do Orgulho LGBT, reúne atualmente um vasto ciclo de debates, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, a Feira Cultural LGBT e o Gay Day no Playcenter, além ampliar a discussão acerca da diversidade sexual, movimentar toda a cidade de São Paulo para a auto-estima dos cidadãos LGBT e incentivar ações semelhantes pelos rincões do país.

Durante o ano, a APOGLBT mantém-se como voz ativa da comunidade LGBT, intermediando suas demandas junto às administrações públicas, participando de congressos e fóruns sobre direitos humanos, apoiando e participando de outras manifestações sociais e realizando campanhas de prevenção às DST/Aids. Em sua sede, acolhe vítimas de violência, presta atendimento jurídico e psicológico, mantém grupos de discussão temáticos que servem como rede de apoio entre os participantes e assessora casais homoafetivos no processo de registro de uniões estáveis.

Ao longo de sua trajetória, a Associação constitui-se como uma das mais importantes representações do movimento LGBT no país, sendo reconhecida internacionalmente por seu trabalho. Em 2009, foi duplamente homenageada pela Presidência da República – através da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e pelo Ministério da Cultura – como a entidade que mais defendeu os direitos humanos e pelas ações realizadas durante o Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

Para doar qualquer quantia, basta fazê-lo diretamente na sede da APOGLBT, localizada na Praça da República, nº 386, cj. 22, ou através de depósito bancário no banco Bradesco, Agência 3057, C/C 63330-5. Para mais informações sobre como realizar outros tipos de doações ou se voluntariar na APOGLBT, entre em contato através do telefone (11) 3362-8266 ou pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br.


Nota da APOGLBT ao Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab

21/01/2010

A APOGLBT vem a público expressar sua satisfação com o atendimento pela Prefeitura de São Paulo de uma importante demanda do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Parabenizamos o prefeito Gilberto Kassab, e sua equipe, pelo Decreto 51.180 de 14 de janeiro 2010, que dispõe sobre a inclusão e uso do nome social de pessoas travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos prestados no âmbito da Administração Direta e Indireta.

Esta medida é oficializada em respeito à identidade de gênero, contribuindo para eliminar o constrangimento desnecessário nos serviços públicos, ao tratar travestis e transexuais pelo nome social e não pelo registro civil que, por questões burocráticas, nega a aparência física e a identidade dessas pessoas.

A cada gesto como esse, a administração de São Paulo se junta aos governos mais progressistas e respeitosos aos direitos humanos de LGBT, mostrando sua vocação de cidade da diversidade e da pluralidade, antenada com os principais avanços sociais. Com relação à medida específica de atendimento à demanda de travestis e transexuais, a administração paulistana demonstra ousadia ao se unir ao pioneirismo do governo do Pará e às recomendações do Governo Federal, abrindo caminho para que muitos outros governos repliquem práticas como essa.

Como revela a própria história da Parada LGBT, São Paulo tem vocação para espalhar práticas inovadoras pelo país, mostrando como se constrói o respeito e a dignidade de seus cidadãos. São Paulo demonstra, mais uma vez, estar em consonância com os princípios democráticos e constitucionais da igualdade e da não discriminação.

Como transexual, fico particularmente sensibilizado com os resultados práticos que essa medida terá para a autoestima de travestis e transexuais que servem à nossa cidade, fazendo-a funcionar como a máquina civilizatória que é. Também como transexual e ativista desta cidade, conheço exemplos de servidores transexuais que, a partir de agora, poderão ostentar o nome que realmente os representa no crachá da administração municipal, em vez de outro que os constrange cotidianamente em sua vida pessoal e profissional.

Queremos também enfatizar o contentamento da APOGLBT com o trabalho e empenho das equipes do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, na pessoa de sua presidente Irina Bacchi, da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual, na pessoa do coordenador Franco Reinaudo e da Secretaria de Participação e Parceria, na pessoa do secretário municipal Ricardo Montoro. Esses órgãos honraram o compromisso com o movimento LGBT ao levar esta importante demanda ao Prefeito, mostrando a importância que tem a representatividade efetiva dessa população na administração pública.

São representantes dessa população, ainda que não o sejam propriamente LGBT, que mostraram que é possível empoderar populações discriminadas e propor políticas públicas específicas de enorme alcance social.

Alexandre dos Santos

Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo

blico expressar sua satisfação com o atendimento pela Prefeitura de São Paulo de uma importante demanda do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Parabenizamos o prefeito Gilberto Kassab, e sua equipe, pelo Decreto 51.180 de 14 de janeiro 2010, que dispõe sobre a inclusão e uso do nome social de pessoas travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos prestados no âmbito da Administração Direta e Indireta.

Esta medida é oficializada em respeito à identidade de gênero, contribuindo para eliminar o constrangimento desnecessário nos serviços públicos, ao tratar travestis e transexuais pelo nome social e não pelo registro civil que, por questões burocráticas, nega a aparência física e a identidade dessas pessoas.

A cada gesto como esse, a administração de São Paulo se junta aos governos mais progressistas e respeitosos aos direitos humanos de LGBT, mostrando sua vocação de cidade da diversidade e da pluralidade, antenada com os principais avanços sociais. Com relação à medida específica de atendimento à demanda de travestis e transexuais, a administração paulistana demonstra ousadia ao se unir ao pioneirismo do governo do Pará e às recomendações do Governo Federal, abrindo caminho para que muitos outros governos repliquem práticas como essa.

Como revela a própria história da Parada LGBT, São Paulo tem vocação para espalhar práticas inovadoras pelo país, mostrando como se constrói o respeito e a dignidade de seus cidadãos. São Paulo demonstra, mais uma vez, estar em consonância com os princípios democráticos e constitucionais da igualdade e da não discriminação

Como transexual, fico particularmente sensibilizado com os resultados práticos que essa medida terá para a autoestima de travestis e transexuais que servem à nossa cidade, fazendo-a funcionar como a máquina civilizatória que é. Também como transexual e ativista desta cidade, conheço exemplos de servidores transexuais que, a partir de agora, poderão ostentar o nome que realmente os representa no crachá da administração municipal, em vez de outro que os constrange cotidianamente em sua vida pessoal e profissional.

Queremos também enfatizar o contentamento da APOGLBT com o trabalho e empenho das equipes do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, na pessoa de sua presidente Irina Bacchi, da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual, na pessoa do coordenador Franco Reinaudo e da Secretaria de Participação e Parceria, na pessoa do secretário municipal Ricardo Montoro. Esses órgãos honraram o compromisso com o movimento LGBT ao levar esta importante demanda ao Prefeito, mostrando a importância que tem a representatividade efetiva dessa população na administração pública.

São representantes dessa população, ainda que não o sejam propriamente LGBT, que mostraram que é possível empoderar populações discriminadas e propor políticas públicas específicas de enorme alcance social.

Alexandre dos Santos

Presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT)


Confira as dicas da APOGLBT para o final de semana

05/12/2009

Tenha um final de semana diferente. A APOGLBT deixa as dicas para você preencher este sábado (05) e domingo (06) com informação, passeios e cultura:

Sábado, às 10h – Mães e Pais LGBT
A reunião quinzenal da Associação da Parada, que trata do cotidiano das famílias homoafetivas, aborda neste sábado o tema “Preconceito na escola”.
O público alvo do grupo são lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais mães e pais biológicos, adotivos ou que pretendem gerar ou adotar uma criança, porém, a reunião é aberta a todos os interessados.
O encontro ocorre na sede da APOGLBT (Praça da República, nº 386, cj. 22, Centro – próximo à estação República do Metrô) e a participação é gratuita.
Informações: (11) 3362-8266

Sábado, das 10 às 20h – Ong Brasil 2009
A primeira feira internacional de ONGs no Brasil reúne mais de 200 entidades do Terceiro Setor que, além de prestar informações sobre seus trabalhos, comercializam produtos. Ótima oportunidade para fazer comprar de Natal e ao mesmo tempo contribuir com alguma causa social.
O evento encerra hoje no Expo Center Norte (Av. Otto Baumgart, nº 1000 – próximo à estação Tietê do Metrô) com entrada gratuita.
Visite o estande da APOGLBT (nº 375).
Informações: (11) 2224-5959 | www.ongbrasil.com.br

Sábado, às 21h / Domingo, às 20h – Tanto
O espetáculo de João Fábio Cabral faz suas ultimas apresentações neste final de semana. Discussões sobre amor, saudade e amizade entre homens é o tema desta montagem que tem o próprio autor à frente da direção.
A peça está em cartaz no Teatro Centro da Terra (Rua Piracuama, nº 19, Vila Pompeia), com ingressos a R$40 no sábado e R$30 no domingo (aceita meia-entrada mediante idntificação).
Informações: (11) 3675-1595 | www.centrodaterra.com.br


Relacionamento aberto é o tema do “Entre Homens” desta quinta

26/11/2009

Hoje (26) é dia de Entre Homens, grupo de discussão que visa a refletir, numa roda de conversa livre e espontânea, temas relacionados ao universo gay masculino. Para esta noite, o tema do papo é “Relacionamentos abertos”: como convivem os casais que fogem do modelo monogâmico. O encontro inicia às 19h, na sede da APOGLBT, e a participação é gratuita.

São muitas as variações possíveis de relacionamento aberto. Há casais que mantêm relações sexuais a três, que permitem que o parceiro saia com terceiros, que praticam swing, e namoros ou casamentos entre três ou mais pessoas. E com tudo isso, como fica o ciúme? O sexo melhora ou piora? O relacionamento fica mais fácil ou mais difícil? O namoro tende a acabar mais cedo? Como o casal se previne contra DSTs? O que eles consideram traição?

Venha discutir e tirar as suas dúvidas sobre assunto. A reunião é aberta a todos os interessados, independentemente do sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou idade. A sede da APOGLBT fica na Praça da República, nº 386, cj. 22, Centro (próximo à estação república do Metrô). Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3362-8266.


Seja bem-vind@ ao blog da APOGLBT

14/11/2009

O site oficial da APOGLBT está sendo reformulado para que, muito em breve, seja disponibilizado aos usuários mais informação, novas ferramentas de interatividade e um layout mais moderno.

Nesse período de manutenção, a Associação utiliza este blog para manter o contato com o público e oferecer notícias atualizadas sobre todas as suas atividades e do movimento LGBT em geral.

Além do blog, a APOGLBT também está no Twitter e no Orkut. Siga-nos e participe de nossa comunidade.

Caso queira fazer alguma sugestão ou obter mais detalhes sobre os trabalhos desenvolvidos pela entidade, contate-nos pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br ou pelo telefone (11) 3382-8266.

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Nesse período de manutenção, a Associação utiliza este blog para manter o contato com o público e oferecer notícias atualizadas sobre todas as suas atividades e do movimento LGBT em geral.

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